Muitos empresários se vêm diante desta pergunta, mas a resposta não é tão simples de ser dita e posta em prática com efetividade. Se o público alvo é B2B e ou B2C de qualquer forma os caminhos para se definir as estratégias passam pela necessidade do empresário primeiro se auto conhecer e de estar atento para encontrar, sob o óbvio, aquilo que o fará de fato um fornecedor desejado pelo seu público.

Quando vemos um restaurante com fila na porta e outro na mesma rua com muitas mesas vazias compreendemos sensorialmente os motivos que nos levam a sair para jantar que incluem as experiências como uma boa música, o atendimento rápido e humanizado, a ambiência que inspire conforto, segurança e prazer de se estar ali. Mesmo sem conhecer nenhum dos dois é certo que as pessoas na fila esperam pela experiência que vão viver enquanto consomem e não simplesmente se distribuem igualmente entre estes restaurantes porque prometem ambos boa comida.

Não tenho dúvidas de que as empresas de internet que mais terão filas à porta para novos clientes e clientes habituais são as que se perguntam frequentemente sobre a sua vocação e descobrem que nasceram e renascem para entender seus clientes e aceitam que o seu cardápio deve ser revisado, que a sua empresa precisa de algo mais que produtos.

Trazendo para o mundo dos negócios de telecomunicações, a médio prazo seus clientes vão identificar se você compreende e se importa com os negócios deles e com o público que eles atendem ou cuidam. Nós estamos falando que sua empresa precisa impactar nos seus clientes e na cidade, nos bairros, nas empresas, nas casas e nas pessoas. Assim você não terá um B2B ou um B2C e sim um B to B to C!

Para isto sua empresa precisa expandir a visão para o fato de que “Serviços de Valores Adicionados” vão além de um cardápio completo com “Internet a Wilson Bolt”, “TV recheada com seu molho favorito”, “Vieiras à Alexader Graham Bell” e “Iscas de telefone móvel a doré”, que além de saborosos possuem baixas calorias de impostos.

Por isso, é preciso estar atento também aos produtos que a indústria tem disponibilizado como câmeras inteligentes, supercomputadores para os dados em nuvens, produtos de IoT, plataformas de Ott´s e que se viabilizam por meio das vossas matérias primas (internet, tv, telefone fixo, telefone móvel)!

Ao incorporá-los ao seu portfólio, isto vai lhe representar adiante uma boa parte de suas receitas assim como a boa música e bom vinho não são criados pelo cheff, porém, adornam a boa mesa e fidelizam os apaixonados pelo cardápio, pelo ambiente, pelo atendimento, pela atenção que se dá ao social e ao ambiental (vide o bom exemplo do restaurante da foto).

Sua empresa pode ter dinheiro e contratar os softwares mais famosos do mundo para ser seu ERP, CRM, WFM, WMS mas serão os fornecedores com experiência e expertise no seu mercado que vão lhe ajudar com os menores custos operacionais e administrativos a receber seus clientes, atendê-los, entregar o maior número de produtos e serviços contratados e por fim retê-los. O bom fornecedor de software se diferencia de um teórico generalista como o que faz um “Maitre du Vin” que reune em si o conhecimento de um sommelier, a ciência de um enólogo e prática de um enófilo habitual.

Reflita sobre estas questões, seja você quem for, a “top model” da passarela que não come nada que não conhece ou uma pequena ou média ISP que não ainda come vieiras mas tem bom senso e bom gosto.

Categorias: Empresa

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